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26 de outubro de 2013

Brasil pode ser denunciado à ONU por restringir o direito à educação de crianças com deficiência

Filed under: Uncategorized — vergaranunes @ 12:56

Divulgo aqui pela gravidade e importância do assunto. Que seja dada toda divulgação, para que as autoridades brasileiras mudem suas atitudes e sigam o que determina a Convenção da ONU.

elton

Representantes de milhares de famílias em todo país, cujos filhos com deficiência frequentam escolas regulares, estão se preparando para entrar com uma denúncia coletiva contra o Brasil ao Comitê da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, por violação do direito à educação inclusiva. Junto com a Convenção, adotada no país como norma constitucional em 2009 (Decreto 6.949), foi aprovado um protocolo facultativo que permite que qualquer pessoa apresente denúncias de violação do tratado, que são submetidas às considerações do Comitê.
Pessoas com deficiência, ativistas, pais e especialistas pró-inclusão dizem que a redação que se pretende dar à Meta 4 do Plano Nacional de Educação, aprovada na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, que está tramitando em caráter terminativo na Comissão de Educação do Senado Federal, tolhe o direito de alunos com deficiência à escola comum. O texto do Senado traz a palavra preferencialmente, o que condiciona o direito da criança à sua capacidade.
Meta 4: universalizar, para a população de 4 (quatro) a 17 (dezessete) anos, com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação, o acesso à educação básica, assegurando-lhes o atendimento educacional especializado, preferencialmente na rede regular de ensino, nos termos do artigo 208, inciso III, da Constituição Federal, e do artigo 24 da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, aprovada por meio do Decreto Legislativo nº 186, de 9 de julho de 2008, com status de emenda constitucional, e promulgada pelo Decreto nº 6.949, de 25 de agosto de 2009.
O termo preferencialmente fere vários princípios da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, especialmente o Artigo 24, sobre Educação, que diz: “Os Estados Partes reconhecem o direito das pessoas com deficiência à educação. Para efetivar esse direito sem discriminação e com base na igualdade de oportunidades, os Estados Partes assegurarão sistema educacional inclusivo em todos os níveis.” No passado este termo atrapalhou a vida de famílias que muitas vezes tiveram que recorrer ao Ministério Público para garantir a matrícula de seus filhos.
Além disso, a redação do jeito que está permite a manutenção de classes e escolas especiais e o consequente gargalo de entrada dos estudantes com deficiência na escola regular. Especialistas argumentam que esses estudantes terão seus direitos violados e pode-se enquadrar a situação em discriminação com base na deficiência, em razão da alegada falta de todos os apoios no sistema educacional regular.
Os ativistas pró-inclusão informaram que fizeram um contato informal com o Comitê da Convenção da ONU e souberam que há várias queixas contra os países membros atualmente em processo, mas esta seria a primeira denúncia com respeito à educação.
O Comitê, que fica em Genebra e é composto por 18 especialistas em direitos humanos independentes eleitos pelos países que ratificaram o tratado, já apresentou resoluções contra a Suécia e a Hungria. Nesta, o Comitê rejeitou a restrição do direito ao voto de 6 húngaros com deficiência intelectual que haviam sido interditados judicialmente, decidiu que a Hungria deve reintegrar os eleitores à lista de votação.
Os ativistas estarão presentes na audiência pública que será realizada na próxima semana na Comissão de Educação do Senado que discutirá o assunto.
Extraído de http://www.inclusive.org.br/?p=25669, 25/10/2013.
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29 de agosto de 2013

Denuncia Funcionários do Correio Estragando as Mercadorias – Vídeo dos C…

Filed under: Uncategorized — vergaranunes @ 18:25

11 de maio de 2013

Adeptos de download pirata gastam 77% mais dinheiro em música, cinema e TV do que as pessoas totalmente ‘honestas’

Filed under: Uncategorized — vergaranunes @ 19:13
Digo por mim, sou um grande consumidor de produtos legais. Minha videoteca é bem grande, com títulos diversos.



A conclusão é de um estudo do governo inglês, que analisou o comportamento das pessoas na internet e relacionou com seus hábitos de consumo. Segundo a pesquisa (PDF), os 20% que mais fazem downloads piratas são também os que mais gastam dinheiro com “conteúdo” (música, cinema e TV), em média R$ 522 por trimestre. Já as demais pessoas, que baixam coisas ilegalmente de vez em quando, gastam R$ 326 nesse mesmo período. E quem não baixa nada pirata, veja só, é quem menos gasta com conteúdo: R$ 295 por trimestre.

Esses resultados não legitimam a pirataria, claro, nem podem ser transpostos diretamente à realidade brasileira. Mas sugerem que existe, sim, uma correlação positiva entre a prática de downloads ilegais e a aquisição legal de conteúdo. A pirataria ocasional parece fazer pouco efeito sobre o gasto legal -e, curiosamente, a pirataria intensa parece intensificá-lo.

Ninguém sabe porque isso acontece. Talvez o download pirata amplie o acesso à cultura – e, a partir daí, acabe fazendo com que a pessoa compre mais dela. Ou talvez a pirataria seja mais comum entre as classes de renda mais alta, que baixam mais porque têm conexões de internet mais rápidas -e adquirem mais conteúdo pago simplesmente porque seu poder aquisitivo é maior. É uma discussão interessante.

Copiado de: http://super.abril.com.br/blogs/rebit/adeptos-de-download-pirata-gastam-200-mais-dinheiro-em-conteudo/comment-page-1/#comment-694237

Novo instrumento reduz tempo de aprendizado de braille

Comecei a aprender braile no final do ano passado em um curso que encerrou no começo deste ano de 2013. Comecei minha aprendizagem com o método tradicional, tendo que memorizar os pontos tanto da leitura como os pontos espelhados, usados para a escritura do braile. Quando comecei minha busca na internet para comprar minha própria reglete, descobri a reglete positiva. Fiz contato com a empresa, e tive o privilégio de conhecer a Aline Picolli Otalara. A Aline mostrou-se uma pessoa acessível, de fácil contato, inteligente, aberta. Como eu costumo dizer “gente fina pra caramba”. Trocamos muitas ideias, discutimos soluções de acessibilidade e de inclusão de pessoas que enxergam no mundo das pessoas cegas (sim, precisamos de inclusão por todas as partes). Adquiri minha reglete positiva, o que facilitou minha aprendizagem do braile, já que me poupa tempo e memória. Parabéns e obrigado à Aline e a sua equipe. Compartilho abaixo uma notícia sobre esse invento da Aline.


Desenvolvido por empresa apoiada pelo Programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE) da FAPESP, objeto facilita a escrita e a leitura em braille (divulgação)


10/05/2013 – Por Elton Alisson

Agência FAPESP – A empresa Tece, fundada por uma bióloga que fez mestrado em Educação e atualmente realiza doutorado na Universidade Estadual Paulista (Unesp), desenvolveu uma nova versão de um instrumento de escrita manual para deficientes visuais – chamado reglete positiva – que diminui em 60% o tempo de aprendizado do sistema de escrita e leitura braille.

Apoiada pelo Programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE), da FAPESP, a empresa já iniciou a comercialização do produto no Brasil e tem planos de exportá-lo.

“Ao todo, o processo de desenvolvimento do produto e de testes em instituições que atendem pessoas com deficiência visual levou seis anos”, disse Aline Picolli Otalara, fundadora da empresa, à Agência FAPESP.

De acordo com a pesquisadora, a reglete convencional existe desde 1837, quando o francês Louis Braille (1809-1852) apresentou a primeira versão do instrumento, composto por duas placas de metal ou plástico, do tamanho de pequenas réguas escolares, fixas uma na outra por meio de uma dobradiça na lateral esquerda e com um espaço entre elas para permitir a introdução de uma folha de papel.

A placa superior possui diversos retângulos vazados, correspondentes aos espaços de escrita em braille (denominadas celas braille). Já a placa inferior tem celas braille com seis pontos côncavos (em baixo relevo) em cada uma delas.

Ao introduzir um instrumento (chamado punção) com uma ponta côncava dentro de cada retângulo vazado da placa superior da reglete, pressiona-se a folha de papel entre as duas placas contra os pontos côncavos dispostos na placa inferior para formar o símbolo braille correspondente às letras, números ou qualquer outro caractere que se deseja escrever. Com a folha virada do lado contrário ao que foi inserida na reglete, os deficientes visuais conseguem identificar, por meio da leitura tátil, os pontos em relevo formados pela pressão exercida pela punção na folha de papel.

Um dos problemas apresentados por esse dispositivo convencional, no entanto, é que, em razão de os pontos serem escritos em baixo relevo e a leitura ser realizada em alto relevo, a escrita é iniciada do lado direito e os caracteres são escritos espelhados de modo que, quando a folha é virada para a leitura (realizada da esquerda para direita), os caracteres estejam do lado correto.

Além disso, no Sistema Braille diversas letras são o reflexo invertido de outras. “Isso gera um esforço maior de quem está aprendendo o sistema braille, porque ele tem de aprender um alfabeto para ler e outro para escrever”, afirmou Otalara.

A fim de solucionar o problema, em 2007, por meio de um projeto apoiado pelo PIPE, a empresa fundada pela pesquisadora desenvolveu uma reglete esteticamente similar ao instrumento convencional, que possibilita escrever os pontos já em alto relevo.

Para isso, ao contrário da reglete convencional, a placa inferior do instrumento possui os seis pontos em cada cela braille na forma convexa (em alto relevo). Para marcá-los, a Tece desenvolveu um instrumento de punção similar a uma caneta sem ponta e com concavidade fechada que, ao ser pressionado sobre a folha de papel entre as duas placas da reglete, forma os pontos já em alto relevo.

Dessa forma, o usuário pode começar a escrever da esquerda para a direita, porque não é necessário virar a folha para ler o que foi escrito. Além disso, precisa aprender um único alfabeto tanto para ler como para escrever em braille.

“Nós desenvolvemos ao longo do projeto diversos protótipos do produto para avaliar alguns problemas técnicos causados por essa inversão na escrita braille”, disse Otalara.

Desafios

Um desses problemas técnicos, segundo a pesquisadora, é que os seis pontos em cada cela braille são muito próximos uns dos outros. Ao marcar um ponto convexo com a punção com a cavidade fechada para fazer um símbolo braille já em alto relevo, se formava um ponto “fantasma” que gerava dificuldade de leitura pelos deficientes visuais.

Na primeira fase do projeto, os pesquisadores da empresa criaram diversos protótipos, com diferentes distâncias entre os pontos, e realizaram uma série de testes de leitura dos textos escritos com o novo instrumento.

“O surgimento desses ‘pontos fantasmas’ foi o fator que tinha impedido, até então, o desenvolvimento desse material”, disse Otalara. “Todas as tentativas anteriores de desenvolver uma reglete que já escreve em alto relevo fracassaram porque não conseguiram superar essa etapa”, afirmou.

Curso na Unesp

Por meio de outro projeto, também com apoio do PIPE, a empresa realizou um curso de Sistema Braille para avaliar o tempo de aprendizado dos participantes por meio da reglete que desenvolveram.

O curso foi realizado com alunos do curso de licenciatura em pedagogia da Unesp de Rio Claro porque, de acordo com Otalara, era difícil encontrar alunos com deficiência visual que ainda não tivessem tido contato com a reglete comum. Por outro lado, os estudantes de pedagogia representam o maior público usuário desse tipo de material.

“Há um número muito maior de professores aprendendo Sistema Braille do que, de fato, deficientes cegos”, estima a pesquisadora.

Os pesquisadores constataram que, com a reglete que desenvolveram, foi possível reduzir em 60% o tempo de aprendizado do Sistema Braille pelos futuros educadores. Com isso, de acordo com Otalara, é possível diminuir o investimento em formação de professores, facilitar o aprendizado e aumentar o interesse do público, em geral, em aprender o Sistema Braille.

“Há uma impressão muito negativa sobre o Sistema Braille. As pessoas já imaginam que é difícil aprender e, quando viam que tinham de aprender a escrever ao contrário, o estigma, principalmente por parte de professores e crianças, aumentava ainda mais”, disse Otalara.

O produto foi batizado pela empresa de “reglete positiva”, porque, no ensino de braille, os pontos em baixo relevo, que não aparecem no momento da escrita, são chamados pontos negativos. Já os pontos em alto relevo – legíveis e sensíveis ao toque com a folha virada do lado contrário ao que os pontos foram marcados pela punção escrita – são chamados de pontos positivos.

Máquina de escrever em braille

Alguns dos resultados do projeto da reglete positiva serão utilizados pela empresa para desenvolver, também com apoio do PIPE, uma máquina de escrever em braille.

Muito utilizado por pessoas com deficiência visual tanto em sala de aula como no mercado de trabalho, o equipamento é relativamente caro – custa em torno de R$ 2 mil –, ainda não há nenhum fabricado no Brasil e sofreu poucas variações desde que foi criado.

A empresa brasileira pretende desenvolver uma versão nacional do produto, torná-lo mais viável economicamente e melhorar alguns aspectos técnicos, como peso e design, para diminuir o esforço do usuário para manuseá-lo e transportá-lo.

Para desenvolver o protótipo, a empresa fez uma parceria com o Centro de Tecnologia da Informação (CTI) Renato Archer, de Campinas, que possui um centro de prototipagem e um laboratório de tecnologia assistiva.

As seis teclas correspondentes aos pontos braille e o material impresso pelo equipamento seguirão o padrão da reglete positiva desenvolvida pela empresa.

Apesar de ser um pouco maior do que o utilizado na escrita em braille em baixo relevo (negativa), o novo padrão facilita a leitura tátil.

“Como os pontos são um pouco mais ‘gordinhos’, eles são mais parecidos com o braille impresso em livros”, comparou Otalara. “Por isso, são mais fáceis de serem lidos por meio da leitura tátil”, afirmou.

O desenvolvimento da reglete positiva resultou em um pedido de patente, que está em processo de avaliação. O produto é vendido no site da empresa – que possui recursos de navegação para pessoas com deficiência visual – e em lojas especializadas.

Extraído de: http://agencia.fapesp.br/17250

30 de abril de 2013

Outdoor móvel choca e comove ao demonstrar o horror do tráfico de mulheres

Filed under: Uncategorized — vergaranunes @ 16:00

Reproduzo aqui a notícia da campanha abaixo. Muito importante.


19 ABR 2013 | por DUQUIAN em PUBLICIDADE �s 3:36


Essa é mais uma daquelas ações publicitárias que merece aplausos. Primeiro por chamar atenção para um problema que pode ser mais comum do que imaginamos. O tráfico de mulheres ganhou destaque no Brasil com a novela da Gloria Perez, mas antes disso muita gente nem sabia que existia.

A ação foi promovida em Atlanta, nos EUA, para a ong End It, e levou para bem perto daspessoas uma realidade tão assustadora quanto chocante: Mulheres sendo transportadas em condições sub-humanas como se fossem animais, dentro de um caminhão com paredes de vidro.

A campanha ainda chama atenção para outro detalhe: Os traficantes de mulheres costumam buscar lucro em grandes eventos esportivos, já que nesses eventos a uma grande concentração de turistas masculinos, que depois procuram dar uma esticadinha em casas de prostituições.



Um caminhão com carroceria transparente. Dentro, mulheres agredidas são levadas como gado.


“Todo ano mulheres são traficadas para grandes eventos esportivos para serem vendidas como escravas sexuais.”

17 de fevereiro de 2013

Mensagem de e-mail tenta roubar seus dados pessoais

Filed under: Uncategorized — vergaranunes @ 11:04
Recebi a mensagem abaixo. Evidentemente é uma mensagem falsa, que sem rodeios quer roubar meus dados de e-mail (do gmail). O que me chama a atenção é que nem o próprio serviço de e-mail do gmail foi capaz de detectar essa mensagem como spam, como falsa ou perigosa. Fica aqui meu alerta: nunca envie seus dados pessoais para ninguém que os tenha pedido por e-amil sem nenhum contato prévio.


Observem a mensagem falsa:

Caro Membro (s),

Devido ao congestionamento em todas as contas usuários do 
Gmail . Por razões de segurança da conta de serviço esmaltes parar todas as contas não utilizadas. Para evitar desativação de sua conta, você deve confirmar seu e-mail completo sobre suas informações de login abaixo, clicando no botão responder. O as informações pessoais solicitadas é para a segurança sua conta  Gmail. Por favor, deixe todas as informações solicitadas.
 Confirmar a sua identidade. VERIFY sua conta agora!

nome Usuário : 

endereço E-mail : 

Senha obrigatória:
Ocupação : 
País de residência: 
Pergunta secreta:
Resposta :
Telefone para contato :
Sua conta não será interrompida e continuará como normal. Obrigado pela sua colaboração habitual. Pedimos desculpas por qualquer desvantagem.
.
Serviço de Attentivement ao Cliente Conta
Número de casos: 8941624
Propriété: Conta da Segurança

Os dados da mensagem são:

de:  Servico Conta 
responder a:  Servico Conta
para:  conta-servico@rambler.ru
data:  17 de fevereiro de 2013 01:09
assunto:  ATENÇÃO CONFIRMAÇÃO DO VOSSO ENDEREÇO ELECTRÓNICO ESMALTE‏‏‏
enviado por:  rambler.ru
assinado por:  rambler.ru


O código do cabeçaclho segue abaixo:

Delivered-To: vergaranunes@gmail.com Received: by 10.58.169.108 with SMTP id ad12csp57718vec; Sat, 16 Feb 2013 20:09:39 -0800 (PST) X-Received: by 10.152.133.67 with SMTP id pa3mr6535896lab.44.1361074177867; Sat, 16 Feb 2013 20:09:37 -0800 (PST) Return-Path: Received: from mxout2.rambler.ru (mxout2.rambler.ru. [81.19.67.59]) by mx.google.com with ESMTP id s3si15526838lbm.256.2013.02.16.20.09.36; Sat, 16 Feb 2013 20:09:37 -0800 (PST) Received-SPF: pass (google.com: domain of conta-servico@rambler.ru designates 81.19.67.59 as permitted sender) client-ip=81.19.67.59; Authentication-Results: mx.google.com; spf=pass (google.com: domain of conta-servico@rambler.ru designates 81.19.67.59 as permitted sender) smtp.mail=conta-servico@rambler.ru; dkim=pass header.i=@rambler.ru Received: from saddam2.rambler.ru (saddam2.rambler.ru [10.32.16.2]) by mxout2.rambler.ru (Postfix) with ESMTP id 356891A35; Sun, 17 Feb 2013 08:09:36 +0400 (MSK) Received: from localhost.localdomain (localhost [127.0.0.1]) by saddam2.rambler.ru (Postfix) with ESMTP id 1DE7D28183E; Sun, 17 Feb 2013 08:09:36 +0400 (MSK) Received: from [41.189.38.202] by saddam2.rambler.ru with HTTP; Sun, 17 Feb 2013 08:09:36 +0400 From: “Servico Conta” To: conta-servico@rambler.ru Reply-To: “Servico Conta” Subject: =?utf-8?B?QVRFTsOHw4NPIENPTkZJUk1Bw4fDg08g?= =?utf-8?B?RE8gVk9TU08gRU5ERVJFw4dPIEVM?= =?utf-8?B?RUNUUsOTTklDTyBFU01BTFRF4oCP4oCP4oCP?= Date: Sun, 17 Feb 2013 08:09:36 +0400 MIME-Version: 1.0 Content-Transfer-Encoding: 7bit Content-Type: multipart/alternative; boundary=”_———-=_136107417674146″ In-Reply-To: Message-Id: References: X-Mailer: Rambler WebMail, http://mail.rambler.ru/ X-Rambler-User: conta-servico@rambler.ru/41.189.38.202 X-Spam: yes DKIM-Signature: v=1; a=rsa-sha256; c=relaxed/relaxed; d=rambler.ru; s=dkim; t=1361074176; bh=0V60ny5zAh9DJToYaLMWMyU7ofMqmI2ikce8dcQf/5U=; h=From:To:Reply-To:Subject:Date:MIME-Version: Content-Transfer-Encoding:Content-Type:In-Reply-To:Message-Id: References; b=6JpdMEK03OaVPbKTw1PHEJeReMhaJy5vK3h4AgKEB+5OE6iZBfIoTeMNwiJRH+NJG 1864QxxEbOnMACL3OIHnw7qUKNDMie3Wk1E4wsyvwEnF55gZ//iz83GVqqXKmpl32G 9nxPmzq7HK5r5tiNvLOiY117dEXeH03bESyu+a54=

19 de março de 2012

Como bloquear seu celular roubado

Filed under: Uncategorized — vergaranunes @ 14:09
Esta recebi hoje e vale a pena compartilhar.
elton

Os telefones celulares interessam muito os ladrões, pois podem usá-lo bastando trocar o chip. Hoje em dia existem chips com algumas promoções que podem ser comprados até mesmo por R$ 1,00 (isso mesmo, 1 real). Isso incentiva o roubo de celulares, especialmente para uso em crimes.

Mas há como desestimular esse tipo de roubo. E de alguma forma recordar que o crime não compensa.

Trata-se de uma informação super útil que os comerciantes de celulares não divulgam… já podemos imaginar por que.

Os celulares trazem um código único, uma espécie de “impressão digital”, que permite identificá-lo. Esse número permite à operadora bloquear o celular caso ele venha a ser perdido ou roubado.

Para obter o número de série do seu telefone celular, digite *#06#

Aparecerá no visor um código de algarismos. Este é o código do seu telefone, ele é único. Anote-o em local seguro que você não vai esquecer. (Se fosse minha mãe, escreveria numa fita crepe e colaria atrás do telefone.)

Se roubarem seu celular, chame sua operadora e informe este código. O seu telefone poderá então ser completamente bloqueado, mesmo que o ladrão mude o chip. Provavelmente não recuperará o aparelho, mas quem quer que o tenha roubado não poderá mais utilizá-lo.


Fiz a experiência com meu aparelho, que tem dois chips, e apareceram dois números de série, um de cada uma das operadoras. Neste caso, precisaria informar cada uma das operadoras.

Compartilhe essa informação se lhe parecer realmente importante.

4 de março de 2012

CARTA ABERTA: Cegos de São Paulo são excluídos de políticas públicas

Filed under: Uncategorized — vergaranunes @ 17:03

Publicado em: 5 de fevereiro de 2012 às 21:29
em Livro Acessível

Cansados de esperar por inclusão social e acessibilidade que nunca lhes são proporcionadas, um grupo de pessoas cegas, familiares e amigos da Cidade de São Paulo e do Interior do Estado, lançaram a carta aberta abaixo questionando diretamente as duas Secretarias de Governo – Estadual (SEDPCD) e Municipal (SMPED) – criadas para auxiliar os governos Estadual e Municipal no desenvolvimento de políticas públicas que atendam também as pessoas com deficiência. Questiona o grupo: Por que as pessoas com deficiência visual tem sido sistematicamente ignoradas quando da formulação das políticas públicas na cidade e no Estado? A segunda etapa do movimento será a criação de uma petição pública contendo suas reivindicações.
Carta Aberta
Ao Governo do Estado de São Paulo
Att. Exmo. Governador Geraldo Alckmin
À Prefeitura do Município de São Paulo
Att. Exmo. Prefeito Gilberto Kassab
À Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo
Att.: Ilma. Secretária Linamara Battistella
À Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida
Att.: Ilmo. Secretário Marcos Belizário
Ao Conselho Estadual para Assuntos da Pessoa com Deficiência de São Paulo
Att. Exmo. Presidente Wanderley Marques de Assis
Ao Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência de São Paulo
Att. Exma. Presidente Sandra dos Santos Reis
À Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo
Att. Ilmos. Deputados Estaduais
À Câmara de Vereadores do Município de São Paulo
Att. Ilmos. Vereadores
À imprensa, aos veículos de comunicação em massa e à Sociedade em geral
“Pior cego é aquele que não quer enxergar” (dito popular)
Ilustríssimos senhores e senhoras autoridades públicas no Estado de São Paulo, somos um grupo composto por pessoas com deficiência visual não institucionalizado, familiares, amigos e simpatizantes do segmento (pessoas com e sem deficiência), residentes no Estado de São Paulo, que necessitam de providências e esperam que elas venham por parte dos gestores públicos de nosso Estado e Município, no sentido de proporcionar melhoria em nossa qualidade de vida em sociedade, consubstanciadas na inclusão definitiva nos diversos setores sociais, bem como a acessibilidade ampla, geral e irrestrita aos bens, produtos e serviços oferecidos a todos os cidadãos paulistas.
Quando pensamos em melhoria da qualidade de vida das pessoas com deficiência, constatamos que esses assuntos compõem as intenções das duas secretarias que foram implantadas no Estado de São Paulo, a SMPED – Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida em 2005 e a SEDPCD – Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência em 2008, ambas objetivando, por meio de atuação transversal, incluir as demandas do segmento de pessoas com deficiência em todas as ações promovidas por suas respectivas instancias de governo.
Não há dúvidas de que constatamos e parabenizamos a atuação das duas secretarias quando se trata da inclusão de pessoas com deficiências físico-motoras, aquelas que necessitam de transformações físicas e arquitetônicas nas cidades. No entanto, lamentamos observar que muito pouco ou quase nenhum avanço há no campo da deficiência visual, no sentido de não ser lembrada ou ser tratada de maneira reduzida, quando do planejamento das políticas governamentais voltadas especificamente ao segmento de pessoas com deficiência, muito menos quando da definição de políticas públicas para a sociedade como um todo.
Identificando melhor o exposto, citamos a seguir alguns exemplos que demonstram como as políticas de inclusão social e promoção da acessibilidade vêm sendo tratadas de maneira desigual por contemplar apenas uma parcela do segmento de pessoas com deficiência de nosso Estado e Município. Vale lembrar que, segundo os dois últimos censos do IBGE, a dificuldade de enxergar engloba quase metade do total de pessoas com deficiência no Brasil.
Rede Lucy Montoro: Excelente projeto da Secretaria Estadual, que oferece reabilitação de Primeiro Mundo às pessoas com deficiências físico-motoras. Por sua vez, as pessoas com deficiência visual continuam amargando nas filas intermináveis das instituições especiais quando necessitam de reabilitação, de orientação e mobilidade, entre outras capacitações.
Reforma da Avenida Paulista: Excelente projeto da Secretaria Municipal, que implantou trajeto com piso tátil para orientação de cegos, mas que até hoje não teve instalado sequer um semáforo sonoro para que o usuário possa andar pelo trajeto sem correr o risco de ser atropelado nos diversos cruzamentos. Também não ocorreu a instalação de ramais que possam conduzir essas pessoas às estações de ônibus, de metrô ou para pontos de maior interesse público.
Capacitação profissional: Com o objetivo de oferecer qualificação profissional para os cidadãos paulistas, anunciou a criação de mais de 130 tipos de cursos diferentes nas melhores escolas públicas e privadas no Estado, SENAC, SENAI, ETECs e FATECs. Porém, para as pessoas cegas foram ofertadas duas ou três opções segregadas em uma instituição especial para cegos, mostrando claramente que as escolas técnicas de altíssimo conceito do Governo Estadual ainda não admitem cegos em suas turmas.
Telecentros públicos: O Ministério Público Estadual, acolhendo denúncia impetrada por nosso grupo no início deste ano, está cobrando explicações sobre o flagrante descumprimento do Decreto 5.296/04 por parte do governo estadual em seu Programa Acessa São Paulo, Decreto este que determinou, há oito anos, percentual de computadores adaptados para cegos em todos os telecentros públicos, no mínimo um computador por telecentro. Denunciamos que esse Programa possui mais de 630 telecentros espalhados por todo o Estado e, destes, apenas dois possuem computadores adaptados para cegos. Quanto aos telecentros municipais, a questão também vem sendo averiguada pelo Ministério Público devido a mesma irregularidade.
Bibliotecas e centros culturais: Recente publicação da ONG Nossa São Paulo sobre as desigualdades na cidade apontou que, dos 96 distritos de São Paulo, 44 não contam com biblioteca pública e 59 não oferecem sequer um centro cultural. No entanto, para pessoas com deficiência visual, os números são ainda mais vergonhosos, pois das 117 bibliotecas municipais da cidade, apenas seis oferecem alguns parcos livros braile, se comparados aos livros convencionais, nenhum livro digital acessível, e dos poucos centros culturais, apenas um deles, o Vergueiro, oferece mínima acessibilidade para pessoas cegas.
Lei de Cotas: Depois de aprovada com regime de urgência na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, a Lei 14.481/11 foi sancionada em tempo recorde pelo governador Geraldo Alckmin. A referida Lei igualou pessoas com visão monocular às pessoas cegas para efeito de cotas em concursos públicos e consequentemente para contratação em regime de cotas por empresas privadas. Como pode uma pessoa totalmente cega concorrer em pé de igualdade com uma pessoa com visão monocular em um concurso público levando em conta a facilidade do monocular em acessar fontes de estudos em comparação a pessoa cega? Qual empresário vai contratar uma pessoa cega em São Paulo, arcando com os custos das adaptações, se ele poderá contratar um monocular sem custo algum? Lembrando que nos dois últimos levantamentos feitos pela RAIS, 2009 e 2010, a empregabilidade das pessoas cegas ficou abaixo de 5% dentre todas as pessoas com deficiência no mercado formal de trabalho.
Projetos de Lei ignorados: Por outro lado, continuamos aguardando a aprovação do PL 227/11 na Assembléia Legislativa do Estado, de autoria da deputada Célia Leão, que determina a disponibilização em formato digital acessível de toda publicação lançada por editoras no Estado de São Paulo. Continuamos aguardando a aprovação do PL 00014/11 na Câmara dos Vereadores, de autoria da ex-vereadora Mara Gabrili, que determina critérios de compras de livros em formatos acessíveis para as bibliotecas municipais. Caso aprovados e sancionados, esses Projetos de Lei beneficiarão milhares de pessoas cegas excluídas historicamente do mercado editorial. Contudo, não percebemos até o momento nenhum movimento por parte das duas Secretarias, no sentido de trabalharem a favor dessa aprovação junto ao Poder Legislativo ou Executivo.
Decreto estadual sem efeito: O Decreto 56.307/10, sancionado pelo Governador Alberto Goldman em outubro de 2010, instituiria em âmbito da administração pública estadual o “Programa de Acessibilidade Comunicacional”, obrigando que todo livro comprado ou editado pelo governo estadual desde aquela época tivesse disponibilizada sua respectiva cópia no formato digital acessível (DAISY), para o acesso de pessoas cegas. No entanto, por falta de ação da SEDPCD esse Decreto permanece parado como letra morta até os dias atuais.
Teatro Municipal: Foi entregue em 2011 ao público paulistano o novo Teatro Municipal que após uma reforma de 32 meses e com custo aproximado de 28 milhões de Reais reservou quatro lugares para cadeirantes dentre os 1500 disponíveis, um percentual de 0,0027%, que já é uma vergonha. Porém, caso uma pessoa cega desejar acompanhar algum espetáculo, não poderá contar com o recurso da audiodescrição, pois não foram instalados cabine nem equipamentos necessários para tal. Muito menos foram instalados piso e sinalização táteis em parte alguma do teatro.
Biblioteca do Estado de São Paulo: Inaugurada há três anos no Parque da Juventude oferece tecnologia assistiva e acessibilidade para pessoas com todas as deficiências, inclusive para cegos. Um projeto bastante interessante, mas precisa melhorar. Na inauguração eram 30.000 livros convencionais contra 300 livros no formato áudio doados por uma instituição para cegos. Caso o governo não estabeleça critério de compra de livros acessíveis no mesmo percentual de compra de livros convencionais, essa gigantesca defasagem entre a leitura das pessoas cegas e das pessoas sem deficiência jamais será igualada. Salientando que os livros em formato áudio permitem a aprendizagem apenas da língua falada e não da língua escrita, propiciando erros ortográficos grosseiros, assim, precisamos de livros no formato de texto digital acessível e não apenas no formato áudio.
Educação: Caso façamos um teste simples nessas escolas apontando e visitando aleatoriamente algumas delas, certamente iremos constatar itens de acessibilidade arquitetônica, alguma rampa, algum banheiro adaptado, algum laboratório com bancada rebaixada. No entanto, caso nossa busca seja por piso tátil, computadores com leitores de tela, bibliotecas ou salas de leitura com livros acessíveis, salas de apoio com tecnologia assistiva, semáforo sonoro para travessia em seu entorno, nossa busca será certamente um fracasso.
Transportes coletivos: Se observarmos o sistema de ônibus de nossa cidade, constataremos a presença ainda insuficiente de veículos adaptados com rampas elevatórias para cadeiras de rodas. No entanto, se uma pessoa cega quiser utilizar esse meio de transporte ficará esperando para sempre, pois não existe um veículo sequer adaptado com tecnologia assistiva, que já existe no mercado, que auxilie para a sua locomoção autônoma e independente.
Cães guia: Anuncia-se um projeto para criação de centro de treinamento para cães guia no Estado de São Paulo, que será certamente importante, no entanto, para beneficiar uma parcela pequena de pessoas cegas, pois a manutenção desses animais, como veterinário, medicamentos e alimentação, foge muito das condições financeiras da maioria das pessoas cegas brasileiras. Todavia, caso o projeto contemple também subsídios públicos para essas despesas, talvez o torne mais bem sucedido.
Contudo, para não sermos vistos como pessoas que apenas apontam os problemas sem pensar nas soluções, indicamos a seguir alguns bons exemplos, nacionais e internacionais, de políticas públicas que podem ser replicadas por se mostrarem objetivas, eficazes e ao que tudo indica soluções de baixo custo em relação ao benefício que proporcionam aos seus usuários.
Semáforos sonoros: Nas cidades de Madrid, Espanha, também em Nova Iorque, Rochester e Boston, Estados Unidos, presenciamos a existência de dispositivos agregados aos semáforos que emitem um som delicado de pássaros quando a travessia está liberada para pessoas cegas. Além de não incomodar as outras pessoas, o dispositivo mostra seu caráter universal ao auxiliar também as pessoas idosas que já não possuem uma acuidade visual suficiente para discernir as mudanças nas cores dos avisos luminosos.
Biblioteca acessível: Em Modena, na Itália, bibliotecas públicas oferecem postos de acessibilidade para cegos constituídos de computador com leitor de telas e “scanner” agregado que permite aos usuários a leitura de todos os livros constantes no acervo, transformando a biblioteca em um espaço que inclui todos de acordo com os princípios do desenho universal. Tudo fruto de uma inteligente parceria entre governo local e Rotary Internacional.
Ônibus acessível: Na cidade de Jaú, Interior de São Paulo, toda a frota de ônibus foi adaptada com tecnologia assistiva, dispositivo sonoro, que possibilita a utilização com autonomia e segurança por parte de pessoas cegas. Naquela cidade, portanto, as pessoas cegas são livres e independentes para exercerem seu direito de ir e vir a qualquer lugar utilizando-se do sistema de transporte coletivo sem o auxílio de terceiros.
Metrô acessível: O sistema metroviário de São Paulo oferece boas condições de acessibilidade às pessoas com deficiência visual, mas pode melhorar e muito, algo com o qual nosso grupo vem tentando colaborar. Podemos citá-lo como um bom projeto, mas que nasceu muito antes da existência das Secretarias voltadas ao nosso segmento.
Teatro acessível: No bairro do Morumbi em São Paulo o teatro da empresa Vivo celular oferece o recurso da audiodescrição e a tradução em LIBRAS em todos os espetáculos apresentados, mostrando como é fácil e simples transformar um equipamento cultural tão importante quanto o teatro em um serviço em desenho universal.
Enfim, acreditamos que os exemplos mencionados até aqui já sejam suficientes para demonstrarmos que a deficiência visual está longe de ser conhecida, compreendida e atendida pelo poder público, mesmo após oito anos de existência da Secretaria Municipal e quatro anos da Secretaria Estadual. As causas desse desconhecimento e de nossa invisibilidade aos olhos dos gestores públicos não sabemos, mas podemos sentir, cotidianamente, os efeitos desastrosos dessa falta de políticas públicas em toda sua plenitude: no transporte, no trabalho, na educação, na saúde, na reabilitação, na qualificação profissional, no lazer, no entretenimento e no acesso aos equipamentos culturais.
Por fim, gostaríamos de solicitar resposta por parte das Secretarias Estadual e Municipal mencionando projetos voltados às pessoas com deficiência visual, realizados até hoje e o planejamento para os próximos anos com metas e objetivos para os próximos anos. Inclusive será uma excelente oportunidade para que possamos discutir com os gestores públicos se essas políticas públicas já atenderam ou se elas espelham as reais demandas e expectativas de nosso segmento.
Agradecemos a atenção das autoridades e demais destinatários desta e ficamos no aguardo da repercussão de seu conteúdo.
Atenciosamente,
Grupo virtual cidade para todos.

30 de dezembro de 2011

Cadê minhas imagens

Filed under: Uncategorized — vergaranunes @ 23:00

Peço desculpas aos leitores, pois todas as imagens dos posts deste blog desapareceram… inexplicavelmente. Incluindo as imagens de design do blog.

27 de agosto de 2011

Comigo, até twitter trava

Filed under: Uncategorized — vergaranunes @ 00:45

Primeira vez que usei o Linux, o computador congelou. A primeira vez que usei um macbook, o computador congelou.

Sei lá…

Aqui abaixo havia duas imagens, mas de uns dias para cá, todas as imagens deste blog simplesmente desapareceram. Ou seja, o blogger me roiubou minhas imagens, sem dar satisfação.

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